quinta-feira, 29 de março de 2007

A Grande Família do Orkut

O turco Orkut Buyukkokten, criador do site de relacionamento mais famoso do planeta, está visitando o Brasil.

No
orkut do mesmo você poderá conferir algumas fotos que ele tirou no Rio de Janeiro.

Agostinho Carrara perde feio para os modelitos do rapaz.

quarta-feira, 28 de março de 2007

Esse é o cara!

Vascaínos andam preocupados com a camisa comemorativa dos 1000 gols de Romário.

Se rezar mesmo a tal lenda do peso da camisa, imagina a responsabilidade do baixinho carregando o número 1000 nas costas?

You Tube Awards

O You Tube elegeu os melhores vídeos já postados no site. Mas, francamente...

Aqui vai um dos mais-mais na lista desta blogueira.

O "Canto de Ossanha" de Vinicius de Moraes, composição em parceria com Baden Powell.

Se existisse um "Samba Um Awards", um dos prêmios iria para ele.

terça-feira, 27 de março de 2007

BigField: terra de Marlboro

Placa na entrada de Campo Grande (RJ). Manchete de capa de hoje do Jornal O Dia

segunda-feira, 26 de março de 2007

O Lado B

Quanto mais o tempo passa e a gente mais aprende, mais desconhecemos a nossa ignorância. Estou longe de ser “culta” – coloco entre aspas mesmo para manter um distanciamento, essa palavra sempre me causou arrepios –, mas diante da grande maioria que se limita a ficar diante da TV, é fácil você achar que sabe alguma coisa.

Pois bem, amigos, vinha eu na minha feliz ignorância, quando me deparo com uma entrevista no caderno de final de semana do Jornal Valor Econômico. Nunca tinha ouvido falar no tal entrevistado, o jornalista Sérgio Augusto, e fiquei encantada com as suas opiniões sobre a atual pasmaceira que reina no jornalismo cultural (?) brasileiro.

Imediatamente procurei mais coisas dele e encontrei o livro “
Lado B”, uma coletânea de textos publicados na Revista Bravo! e na extinta Bundas. Textos não, eles merecem o palavrão de “ensaio”, mas com um humor, uma sacação e mesmo uma sacanagem, que só quem domina o assunto pode usar.

Leia Sérgio Augusto. Pela democratização do elitismo. Pela oxigenação cerebral. Pela flexibilidade mental e formas alternativas de prazer. O homem é como Viagra para o cérebro.

quinta-feira, 22 de março de 2007

Isso sim que é sacrifício!

Se é pra sacrificar o ursinho Knut, por causa do convívio com seres humanos, sejamos justos: sacrifiquem também o Louro José.
Afinal, nada pode ser mais prejudicial do que o convívio diário com a Ana Maria Braga.


segunda-feira, 19 de março de 2007

Gordinhas de Ipanema

Você se lembra do Larry Rohter, aquele correspondente do New York Times, que disse que nossas garotas de Ipanema estão um tribufu de gordas?

A imprensa não perdoou, e criticou o jornalista mais até do que quando ele chamou o nosso presidente de bebum.

Pois acaba de sair do forno, uma pesquisa afirmando que
quase 39% das brasileiras estão acima do peso. E a cidade do Rio de Janeiro lidera o ranking das gordinhas com 44,4 por cento.

Larry Rohter deve estar rindo agora. Quem diria, a vingança é um prato que come se cru e pode ser muito calórico.

sexta-feira, 16 de março de 2007

Telas cada vez mais indiscretas

Dizem que a primeira vez a gente nunca esquece. Já escrevi sobre isso no falecido lady day, mas o enfoque agora é outro. Melhor ainda, quero ajustar o foco sobre um único assunto: a primeira experiência em assistir a um filme em videocassete.

É, amigos, sou do tempo do videocassete. Aliás, somos todos, afinal o DVD só chegou mesmo aos lares brasileiros neste milênio e duvido que o leitor (ou leitora) tenha menos de dez anos idade.

Mas, voltando à experiência, logo de primeira assisti ao que considero a fina flor de Alfred Hitchcock:
Janela Indiscreta (Rear Window). Ele reúne o que há de melhor nas produções do diretor.

Tem mulher linda – loira, é claro, como as suas musas – a quem o mocinho não dá muita bola. A atriz, Grace Kelly, logo depois se casaria com o príncipe Rainier, tornando-se a princesa do condado de Mônaco.

Tem suspense e voyeurismo na melhor forma. O mocinho é um fotógrafo que, depois de se acidentar e quebrar a perna, fica sentado à janela, bisbilhotando os vizinhos com a lente de sua câmera.

Na época, pouca gente tinha videocassete. Meu pai adquiriu um depois de uma viagem aos Estados Unidos. E foi um evento para toda a família.

A idéia de ter um cinema na própria casa era irresistível. Nos sentíamos como um dos judeus americanos que fizeram riqueza com a indústria cinematográfica. A Metro-Goldwyn-Mayer era bem na sala da minha casa.

Depois disso, foram quase 20 anos para que eu voltasse a me maravilhar com as maravilhas tecnológicas. Entramos na era do DVD. E para tentar repetir a mesma sensação, assisti novamente a “Janela Indiscreta”. Duas décadas depois, as emoções são sempre diferentes mas, pelo menos, fui brindada com muitos extras.

Agora, ouço anunciarem o
HD-DVD, um DVD de alta definição que muito em breve aportará nas lojas. Será que assitir a obra de Hitchcock em um desses aparelhos trará outra nova emoção? Será que as imagens serão tão nítidas, as cores tão vivas, os ângulos tão invasivos, reproduzidos em telas cada vez maiores, que ficará quase impossível de o vilão, vivido pelo ator Raymond Burr, matar e esconder impunemente o corpo de sua mulher?

Nossas televisões estão cada vez mais preparadas para reproduzir grandiosidades visuais como Tróia, Titanic ou os 300 de Esparta. Haja emoção!

E o suspense, para onde vai?

terça-feira, 13 de março de 2007

Trauma musical


Meus amigos e minha família – que sofre muito com isso, aliás – sabe que não tenho boa memória. Ou melhor, não tenho quase memória. No máximo, uma vaga lembrança. Mas é incrível, como uma memória dita “seletiva”, como a minha, é capaz de selecionar episódios tão prosaicos e por que não dizer ridículos, diante de tantos outros grandiosos que mereciam ser lembrados.

Isso também ocorre com minha memória musical. Ao mesmo tempo em que me lembro de ouvir The Police, sozinha, no carro de meu pai; de quando vi pela primeira vez o LP “Canção do Amor Demais”, considerado o marco inaugural da bossa nova; e de ainda muito pequena, assistir aos “Concertos para a Juventude”, programa que passava na Rede Globo, com os maiores clássicos de todos os tempos, não deixei cair no esquecimento, no entanto, outros momentos não tão nobres.

Por exemplo, a primeira vez em que me deparei com o Tchan na televisão. Estava assistindo ao “Domingão do Faustão” – bem-feito, quem manda assistir a isso? – quando surge aquela bunda enorme no vídeo e sua dança epiléptica. Pode parecer afetação, mas o termo exato para o que senti foi estupefação, perplexidade. Pior ainda foi ver que crianças seguiam Carla Perez e sua bunda frenética. Tudo bem que o Brasil é o país da abundância, em que aqui se plantando, tudo dá... Mas aí já era demais.

Pois bem, amigos, até hoje não superei o trauma. E ainda acordo ofegante no meio da noite com a bunda da dançarina do Tchan a me atormentar. Quem sabe, expondo aqui meu problema, vocês possam me ajudar. Afinal, quem é que não tem um trauma musical na vida?

quinta-feira, 8 de março de 2007

Feliz dia qualquer

A escritora gaúcha Lya Luft

Há de chegar o dia em que o 8 de março nem seja mais lembrado. Passe despercebido, sem flores, passeatas ou comemorações especiais. Em que não seja mais preciso levantar bandeiras, queimar sutiãs, colocar silicone ou, mulheres lindas, morrer de anorexia. Em que nós, mulheres, não sejamos tratadas como minoria, como exceção.

Feliz 8 de março, 9 de abril, 13 de agosto ou um dia qualquer.

"Não existe isso de homem escrever com vigor e mulher escrever com fragilidade. Puta que pariu, não é assim. Isso não existe. É um erro pensar assim. Eu sou uma mulher. Faço tudo de mulher, como mulher. Mas não sou uma mulher que necessita de ajuda de um homem. Não necessito de proteção de homem nenhum. Essas mulheres frageizinhas, que fazem esse gênero, querem mesmo é explorar seus maridos. Isso entra também na questão literária. Não existe isso de homens com escrita vigorosa, enquanto as mulheres se perdem na doçura. Eu fico puta da vida com isso. Eu quero escrever com o vigor de uma mulher. Não me interessa escrever como homem."
Lya Luft

quarta-feira, 7 de março de 2007

A nova tatuagem de Britney


Não, esta não é uma reportagem sobre a mais nova maluquinha da música. É apenas uma matéria da Galileu – aliás, muito interessante – sobre o homem e o vício.

E, aí, vai mais uma dose?

terça-feira, 6 de março de 2007

Sede de sangue

manchete de O Globo

Uma tragédia e uma foto bonita. É primeira página na certa. Tudo que os jornalistas pediram a Deus.
Ou ao diabo.

O amor aos 90 e Gabo faz 80

Hoje, Gabriel García Márquez faz 80 anos. Enquanto ele não faz 90 e, esperamos que o faça escrevendo como sempre, aqui vai uma homenagem do samba um ao último, ou melhor, ao mais recente livro do escritor colombiano. O texto foi publicado no falecido lady day. Parabéns, Gabito!

"Pode um homem aos 90 anos, que nunca conheceu o amor, ver-se perdidamente apaixonado? O amor de uma puta pode ser tão nobre quanto o de uma moça que se guardou para o casamento? Ciúmes, insegurança, paixão e ódio são sentimentos apenas reservados aos jovens?

Memória de minhas putas tristes é um livro – como se costuma dizer – para ler "de uma sentada". Tem apenas três capítulos, nem necessitaria de mais só para dizer que tem conteúdo.

Como um Romeu & Julieta da terceira idade, o personagem principal, que não precisa de nome, sofre e chora por amor como um adolescente, mas afirma: 'Não trocaria por nada neste mundo as delícias de meu desassossego.'"

sábado, 3 de março de 2007

Meu nome é Regina!

O que não se acha na internet?
Este é o blog "Meu nome é Regina!"
Sensacional!

sexta-feira, 2 de março de 2007

Marketing de Rei


clique para ler em detalhes

Quando eu escrever um livro, por favor, arranjem um jeito de barrá-lo.